O Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Profissionais tem em vista a melhoria dos níveis de certificação dos adultos com 18 ou mais anos de idade que não possuem certificação na sua área profissional.

O processo é desenvolvido ao longo de um conjunto de sessões durante as quais os candidatos são apoiados na identificação e reconhecimento das respetivas competências e na recolha de evidências que as comprovem.

O perfil de competências dos candidatos será avaliado face ao referencial de qualificação a que se candidatam, através da aplicação rigorosa de um conjunto de instrumentos de avaliação específicos ao processo.

No final do processo de RVCC, os candidatos obtêm uma certificação parcial ou total, formalizada através da emissão de um:

-Certificado de qualificações, que comprova e explicita as competências profissionais detidas;

-Diploma de qualificação, que atesta o nível 2 ou o nível 4 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações, no caso de ser detentor ou concluir em simultâneo a certificação escolar correspondente (3.º ciclo do ensino básico ou ensino secundário);

-Plano pessoal de qualificação (PPQ), que identifica as unidades de formação que o candidato deve completar para concluir a qualificação a que se candidatou;

No CQ da Escola Secundária de Peniche encontra uma oferta diversificada, sendo possível, em função do seu perfil e da sua experiência profissional, realizar um processo de RVCC Profissional nas seguintes áreas/saídas profissionais que se encontram em (mapa anexo).

Como podem as empresas colaborar no Processo RVCC Profissional?

As empresas podem colaborar no desenvolvimento do processo de RVCC dos respetivos funcionários através de diversas formas, entre as quais possibilitando que os processos ocorram na própria empresa, em horário a acordar com os funcionários.

O RVCC no âmbito da formação anual estabelecida no Código do Trabalho

O RVCC é um processo formativo, constituindo um diagnóstico das competências detidas e das necessidades de formação, pelo que pode ser desenvolvido ao abrigo das horas de formação anual estabelecidas no Código do Trabalho.

As entidades empregadoras têm, assim, todo o interesse em incentivar este processo, na medida em que as horas disponibilizadas permitem identificar quer as competências detidas pelo candidato e as competências em falta, quer as necessidades de formação, contribuindo, desta forma, para potenciar o capital humano das empresas, tornando-as mais competitivas.